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terça-feira, 14 de agosto de 2018

Magia da Fortuna

Você deseja prosperidade para a sua vida? Que tal fazer este maravilhoso Ritual? É muito fácil, vamos lá!

Imagem Meramente Ilustrativa

Você vai precisar de:

- 3 velas / Se for verde o desejo será melhor recebido.
- Uma tigela pequena ou prato, com algumas moedas.
- A vontade de ganhar dinheiro / fortuna de algum tipo

Este feitiço só funcionará durante certas épocas do mês. Ele pode trabalhar em uma lua nova, lua primeiro trimestre, lua cheia, ou única lua no terceiro trimestre.Você não terá bons resultados se for feito antes da meia-noite. Os melhores resultados ocorrem quando a mágica é feita à meia-noite ou na hora da meia-noite. Você precisa acender suas velas ao lado de um ao outro em um quarto escuro. Você também terá que pensar de 3 razões pelas quais os Deuses/Deusas deve conceder-lhe com dinheiro / fortuna e lembrar que nada vem de graça. Os Deuses/Deusas pode pedir favores em troca. Aqui está o feitiço:

Deuses e Deusas da riqueza e fortuna
Conceda-me com dinheiro e dar-me uma porção
Toda a minha vida fui pobre
Mas não mais que eu mereço esse desejo, porque eu sou (inserir 3 razões)
Vou voltar seus favores desejados
Assim seja!

Diga-o apenas uma vez e manter as velas acesas até que queimar. Isso é quando a sorte vai começar a vir (na manhã seguinte). Você terá um dia incrível e vai começar a receber as primeiras partes de suas fortunas. Os Deuses/Deusas pode pedir-lhe favores. Se / quando eles fazem você saberá. Se você não completar os seus favores a sua fortuna pode ser diminuída.

quarta-feira, 16 de maio de 2018



Quem nunca ouviu uma história de feitiços, bruxarias e maldições? Essas histórias passam de gerações e gerações pais, avós sempre contando para seus familiares e conhecidos também – na maioria das vezes mulheres...  queimadas na fogueira, condenadas pela realização de supostos “trabalhos diabólicos”.

Durante o período moderno – entre os anos de 1400 e 1700 -, acredita-se que entre 70 mil a 100 mil almas foram executadas por supostas ligações com Bruxaria. Conheça abaixo cinco Bruxas que entraram para a história.



                                           Mãe Shipton
                                                         imagem meramente ilustrativa

Ela foi uma profetisa inglesa, temida e respeitada do século 16. Por causa do seu rosto horrendo e desfigurado, acreditava-se que era filha do próprio diabo. Se a genética não contribuiu para sua aparência, ela foi agraciada com o dom da clarividência, muitas vezes comparado ao de Nostradamus. Diz a lenda que ela fez as previsões da Armada Espanhola, da Grande Praga de Londres, do Grande Incêndio de Londres, da execução de Maria, a rainha da Escócia, e alguns até mesmo dizem que ela teria antecipado a internet. Para sua sorte, Mãe Shipton não morreu pela espada como tantas bruxas de sua época. Teve uma morte normal e, ao que tudo indica, foi enterrada em solo profano, nos arredores de York, por volta de 1560.



                                        Agnes Sampson
                                                         imagem meramente ilustrativa

Foi uma parteira escocesa e curandeira, acusada de magia negra pelo rei James VI. As suspeitas do rei de que forças malignas atuavam contra ele ganharam força depois que ele e sua corte enfrentaram uma terrível tempestade no mar. Entre as 70 pessoas acusadas de bruxaria na área de North Berwick, entre 1590 e 1592, estava Agnes Sampson, indicada por outra suposta bruxa, Geillis Duncan. Agnes foi presa e torturada – às vezes, o rei estava presente. Ela negou as acusações, mas as dores, privação de sono e exaustão acabaram com ela. Ela não aguentou ficar presa num equipamento especial para bruxas – foi inserido um instrumento com quatro pinos na boca sua boca, e ela ficou presa a uma parede. Agnes, finalmente, confessou que era aliada de Satanás e que conspirou para matar o rei. Ela foi estrangulada e queimada.



                                           Merga Bien
                                     imagem meramente ilustrativa

A alemã Merga Bien, do século 17, estava com o seu terceiro marido quando o seu destino foi selado. Ela vivia em Fulda, um lugar instável, sob controle do reformador católico e príncipe-abade Balthasar von Dernbach, que ordenou uma grande caça às bruxas entre 1602 e 1605. Entre mais de 200 pessoas executadas por bruxaria em Fulda, o caso de Merga foi o mais famoso. Tudo aconteceu porque ela tinha acabado retornar à cidade depois de discutir com um dos empregadores de seu marido e estava grávida. A questão é que ela estava casada com seu terceiro marido havia 14 anos e nunca havia engravidado. Naturalmente, as pessoas da cidade imaginaram que ela estava fazendo sexo com o diabo! Além do seu ato sobrenatural lascivo, Merga foi forçada a admitir ter matado seu segundo marido e filhos, um dos filhos dos empregadores do seu atual marido e ter presenciado um ritual satânico. Foi queimada na fogueira no outono de 1603.



                                     Malin Matsdotter
                                                       imagem meramente ilustrativa

Ela foi uma viúva sueca de ascendência finlandesa que foi acusada pelas próprias filhas de ser uma bruxa. Mas, neste caso, não houve feitiçaria envolvida. Em vez disso, as filhas alegaram ter sido sequestradas e levadas a um ritual satânico. Malin Matsdotter foi a única bruxa na história da Suécia queimada viva. Juntamente com Anna Hack, elas foram as duas última vítimas executadas durante a grande caça às bruxas sueca, entre 1668 e 1676. Normalmente, as bruxas são decapitados ou enforcadas antes de serem queimadas na fogueira (que foi o que ocorreu com Anna Hack), mas a recusa de Malin em admitir sua culpa levou a uma sentença mais severa. Enquanto as chamas cobriam o seu corpo, relatos dizem que Malin não gritou e nem parecia sentir dor, o que para os moradores foi mais uma prova de que era uma bruxa. No entanto, pouco depois de sua morte, uma de suas filhas foi condenada por perjúrio e também acabou sentenciada à morte.



                                       Bruxas de Salém
                                                       imagem meramente ilustrativa

De todos os julgamentos de bruxas na história, o Julgamento das Bruxas de Salem, de 1692, em Massachusetts, é sem dúvida o mais famoso. Em janeiro daquele ano, duas meninas começaram a sofrer de ataques, gritos e contorções corporais. Um médico disse que elas estavam enfeitiçadas, apesar de hoje acreditar-se que tudo não passava de um envenenamento por algum fungo na comida. No mês seguinte, três mulheres foram acusadas de bruxaria: uma escrava de origem caribenha chamada Tituba, uma mendiga chamada Sarah Good, e uma pobre idosa, Sarah Osborn. Vendo que seu destino estava fadado, Tituba confessou ser uma bruxa, mas acusou outros de magia negra. Outras mulheres seguiram seu exemplo e a histeria tomou conta do lugar. Em 10 de junho, a primeira suposta bruxa, Bridget Bishop, foi enforcada em Salem e muitos outros morreram depois. No total, mais de 150 homens e mulheres foram envolvidos em casos de bruxaria neste período.

Veve

Um Veve ou Vévé É um símbolo religioso de um vodou haitiano "loa" (ou lwa) e serve como sua representação durante rituais. No Haiti, a veve deriva da crença dos nativos Taínos. A maior parte dos veve são semelhantes aos desenhos de zemi ou deuses da religião Taíno.
De Milo Rigaud "Secrets of Voodoo" (c1969; City Lights, NY): "Os veves representam figuras das forças astrais... No decurso das cerimônias vodou, a reprodução das forças astrais representadas pelas veves obriga as loas ... a descer à Terra."

Todo Loa tem seu único e próprio veve, embora diferenças regionais levaram a diferentes veves para o mesmo loa, em alguns casos. Sacrifícios e oferendas são normalmente colocados sobre eles.

O veve normalmente é desenhado no chão riscando com uma substância parecida com um pó, tais como o milho, farinha de trigo, cascas, tijolo vermelho em pó, ou pólvora. O material depende inteiramente do rito.

Imagem da internet

quinta-feira, 8 de março de 2018

Clã e Ceitas

                                                                  Clã

Um clã constitui-se num grupo de pessoas unidas por parentesco e linhagem e que é definido pela descendência de um ancestral comum. Mesmo se os reais padrões de consanguinidade forem desconhecidos, não obstante, os membros do clã reconhecem um membro fundador ou ancestral maior. Como o parentesco baseado em laços pode ser de natureza meramente simbólica, alguns clãs compartilham um ancestral comum "estipulado", o qual é um símbolo da unidade do clã.
Quando este ancestral não é humano, é referenciado como um totem animal. Em geral, o parentesco difere da relação biológica, visto que esta também envolve adoção, casamento e supostos laços genealógicos.
"Clã é um grupo de pessoas unidas por parentesco, que é definido pela existência de um ancestral em comum. Clã significa crianças em gaélico escocês, também chamada de clannad, que significa família."
Classificação
Alguns clãs são patrilineares, significando que seus membros são vinculados à linhagem masculina; por exemplo, os clãs da Armênia. Outros são matrilineares; seus membros são vinculados à linhagem feminina. Ainda existem clãs "bilaterais", consistindo de todos os descendentes do ancestral maior, tanto da linhagem masculina quanto feminina; os clãs da Escócia são um exemplo. Se um clã é patrilinear, matrilinear ou bilateral, depende das regras e normas de parentesco que regem a sociedade onde ele se insere. Em diferentes culturas e situações, um clã pode significar a mesma coisa que outros grupos baseados em parentesco, tais como tribos e bandos. Frequentemente, o fator distintivo é que o clã se constitui na parte menor de uma sociedade maior.

Ex: clãs irlandeses, escoceses, chineses e japoneses, os quais existem como grupos de parentesco dentro de suas respectivas nações. Observe-se, todavia, que tribos e bandos podem também ser componentes de sociedades maiores. Tribos árabes são grupos menores dentro da sociedade árabe, e bandos Ojibwa são partes menores da tribo Ojibwa.


                                         
                                              Brasão de um clã polaco


Ex. de Clã
Um Coven tem como filosofia "Perfeito Amor e Perfeita Confiança". Isto quer dizer que dentro do Coven deverá prevalecer a união, pois um Coven é, antes de mais nada, uma família.

Tradicionalmente, ele abriga o máximo de treze pessoas. Quando esse número excede, há uma divisão, e cria-se então os Clãs, formados de vários grupos originados de um Coven inicial comum. Num grupo tão pequeno, todos tornam-se de vital importância, e a falta de qualquer membro é facilmente sentida.

O líder do Coven deve possuir sensibilidade e poder interior para canalizar a energia do grupo, para dar início e interromper cada fase dos rituais, ajustando a duração de acordo com o ânimo do grupo. Ele normalmente é escolhido pelo próprio grupo, geralmente tem seu cargo avaliado pelos membros e por si mesmo. Um Grão-Sacerdócio, uma posição de liderança, não é um status vitalício... E sempre que necessário outras pessoas podem tomar estas posições desde que estejam dispostas a trabalhar e de comum acordo com todo o grupo. Um Coven mantém encontros periódicos para o treinamento, exercícios, troca de experiências, comemoração dos Sabás e Esbás, além de trabalharem juntos em outros rituais. A disciplina é essencial na formação de uma consciência mágica comum ao grupo e de uma Egrégora (que é, para simplificar, a força mágica do grupo e sua repercussão no Astral).

Constituíntes do Coven

Os Covens não possuem graus hierárquicos. Variando de Coven para Coven, pode existir uma estrutura organizacional, porém todos são vistos como iguais (sacertotes e sacerdotisas dos Deuses). Normalmente os membros são:
- Alta Sacerdotisa - a líder feminina de um Coven, normalmente de 3º grau. Ela representa a Deusa em um ritual.
- Alto Sacerdote - o líder masculino de um Coven, normalmente de 3º grau. Ele representa o Deus em um ritual.
- Anciã(o) - um membro do Coven, com mais experiência, que mereceu seu 3º grau e que seja ou tenha sido uma Alta Sacerdotisa ou Alto Sacerdote em seu próprio Coven.
- Terceiro Grau - completa e total dedicação aos Deuses e à Comunidade Wicca.
- Segundo Grau - completou o seu 1º grau e é qualificado para ensinar estudantes do primeiro grau. 
É o grau do verbo "fazer".
- Primeiro Grau - aquele que se dedicou a aprender a Arte. Este é o grau do verbo "saber".
- Dedicado - aquele que está aspirando o primeiro grau, e já passou pelo ritual de deidicação ao deuses e ao caminho da Wicca.
- Neófito - uma pessoa interessada em Wicca, mas que ainda não iniciou seus estudos na Arte.
Os Covens devem escolher uma Alta Sacerdotisa e um Alto Sacerdote que sejam democráticos e bons, além de justos e sábios, porque não importa o que os outros membros do Coven falem... É a Alta Sacerdotisa quem dá a palavra final, mesmo que seja essa, contra todos os outros. E se alguém não quiser acatar a ordem da Alta Sacerdotisa, ele deve, humildemente, reunir-se com o coven e expressar o seu desejo de fundar um novo coven. Assim, todos aqueles que quiserem segui-lo deverão fazê-lo e partirão com as bênçãos dos que ficarem, para que não haja atrito e possam os dois covens, portanto, viver em perfeito amor, confiança e harmonia.


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                                                               Seita


Seita (latim secta = "secionar", "dividir") de forma geral é um conceito complexo utilizado para grupos que professem doutrina, ideologia, sistema filosófico ou político divergentes da correspondente doutrina ou sistema dominantes.

Segundo Peter L. Berger, seita seria a organização de um grupo contra um meio que consideram hostil ou descrente. O grupo então se fecha em um corpo de doutrinas e vê o restante da sociedade como inerentemente má ou pecadora, passível da ira divina, que inevitavelmente sobrevirá sobre eles. As seitas de orientação cristã usam as noções de pecado e santificação como forma de dar legitimidade discursiva aos neófitos e manter os que já são seguidores. A saída do grupo pode acarretar diversos efeitos psicossociais em decorrência do sentimento de solidão, de autoculpabilização e da hostilidade advinda do grupo que se está deixando. Sair de uma seita nunca é fácil porque ela exerce controle sobre toda a vida individual e coletiva dos indivíduos. As seitas, assim como as religiões instituídas, são agências reguladoras do pensamento e da ação, mas com a diferença de que na seita a regulação tende a ser mais totalizante, devido ao rígido controle que exercem sobre os sujeitos.

Embora o termo seja frequentemente usado apenas às organizações religiosas ou políticas, estende-se também à adesão a grupos militantes minoritários em tensão com a sociedade ampla.

As Seitas estão em todos os lugares. Algumas são populares e amplamente aceitas. Outras são isolacionistas e procuram se esconder, para evitar um exame de suas ações. Elas estão crescendo e florescendo a cada dia. Algumas seitas causam grande sofrimento aos seus seguidores, enquanto outras até parecem muito úteis e benéficas. No Brasil também existem muitas seitas e denominações que se reforçam em profecias do Apocalipse. Uma das mais conhecidas, devido ao destaque dado pela mídia, são as Borboletas Azuis, da Paraíba, que em 1980 anunciou um dilúvio para aquele ano.Quase todas essas seitas refutam a Trindade (com a consequente diminuição do Senhor Jesus Cristo), a ressurreição, a existência do inferno, e contrariam outros princípios bíblicos.


ASPECTOS COMUNS

Existem muitos aspectos comuns entre as seitas que têm se disseminado pelo mundo. É importante que nós saibamos reconhecer suas características, a fim de que não sejamos enganados ou até mesmo desviados da verdadeira fé.

· As seitas subestimam o valor da pessoa de Jesus Cristo ou colocam-no numa posição secundária, tirando-lhe a divindade e os atributos divinos como conseqüência;

· Creem apenas em determinadas partes da Bíblia e admitem como “inspirados” escritos de seus fundadores ou de pessoas que repartem com eles boa parte daquilo que creem;

· Dizem ser os únicos certos;

· Usam de falsa interpretação das escrituras;

· Ensinam o homem a desenvolver sua própria salvação, muitas vezes, sob um conceito totalmente naturalista;

· Costumam buscar suas presas em outras religiões, conseguindo desencaminhar para o seu meio, inclusive, muitos bons cristãos.

Ex. de Uma Seita
A Ku Klux Klan foi uma seita secreta estadunidense. Em resumo, se trata de um grupo racista que não aceitava a inserção do negro na sociedade
No ano de 1866, no estado do Tennessee, foi fundado um clube social que tinha como membros os soldados que haviam lutado na Guerra Civil Americana, ocorrida nos anos de 1861 à 1865, representando os estados do sul, que haviam sido derrotados. Recebendo o nome de Ku Klux Klan, ela era na verdade uma organização racista secreta, que tinha entre seus objetivos resistir à política imposta pelos estados do norte após a Guerra Civil e intimidar os negros, na maioria das vezes com atos de violência, garantido assim a supremacia branca no país.

                                      

O nome da organização, cujo registro mais antigo já conhecido é datado do ano de 1867, tem origem da palavra grega Kyklos, que significa “Círculo”, e da inglesa “Clãn”, que foi escrita com K para poder entrar no contexto do título, já que muitos acreditam que o nome foi inspirado no barulho feito quando se põe um rifle em ponto de atirar.
Criada pelo general Nathan Bedford Forrest, e tendo ainda membros como os veteranos da confederação sulista, Calvin Jones, Frank McCord, Richard Reed, John Kennedy, John Lester e James Crowe, a KKK conseguiu crescer em proporções inimagináveis em muito pouco tempo, ampliando seu número de seguidores por diversos outros estados.

Para que suas identidades fossem preservadas, os membros do clã usavam roupas brancas com capuzes que cobriam o rosto. Para que alguém pudesse entrar na seita era necessário passar por um ritual de iniciação, que se dava pelo fato do indivíduo ser colocado dentro de um tonel e empurrado ladeira abaixo.
Em 1871 o presidente dos Estados Unidos, na época Ulysses Grant, tornou o grupo irregular, tornando o KKK uma entidade terrorista e banida do país. Eles costumavam fazer visitas surpresas aos negros, e com o uso da força, através de chibatadas, eles os forçavam a votar nos democratas. Os brancos que apoiavam a abolição e os professores que davam aula aos negros também eram perseguidos. Os membros da seita não aceitavam que os negros tivessem o direito à educação, diziam que eles eram indignos, que nasceram para ser eternos escravos.




Nota: KKK redireciona para este artigo e para outros artigos relacionados a este assunto.



terça-feira, 6 de março de 2018

~ Paganismo




Imagem meramente ilustrativa


Paganismo (do latim paganus, que significa "camponês", "rústico") é um termo geral, normalmente usado para se referir a tradições religiosas politeístas. É usado principalmente em um contexto histórico, referindo-se a mitologia , bem como as tradições politeístas da Europa e do Norte da África antes da cristianização.

Desde o século XX, os termos "pagão" ou "paganismo" tornaram-se amplamente utilizados como uma auto-designação por adeptos do neopaganismo. como a mitologia celta e o paganismo nórdico, religiões indígenas, folclóricas e étnicas, como a religião tradicional chinesa e as religiões tradicionais africanas e o neopaganismo como a wicca, o reconstrucionismo helénico e o neopaganismo germânico.


1. Pagã
Significado Por Dicionário inFormal (SP)

Dentro da religião católica é a criança não apresentada à igreja.


2. Pagã
Significado Por Dicionário inFormal (SP)


. Religião não adepta ao monoteísmo

. Aquele que não foi batizado



"Natal! Uma Festa Pagã. Ao contrário do que muitos pensam o natal não é uma festa cristã."


Durante séculos, milênios até, os deuses considerados pagãos foram adorados. Existem pouquíssimas, ou nenhuma, culturas que não cultuam algum tipo de deus ou deuses, e a grande maioria é ou foi politeísta.

Com A expansão do cristianismo pelo Império Romano, os deuses pagãos foram condenados e associados a demônios e espíritos malignos. Durante a Idade Média, seu culto foi condenado, reprimido e ridicularizado.

Isso faz muito tempo. Séculos. Eventualmente, esses cultos, embora não totalmente esquecidos, perdem seus significado e tornam-se mero folclore, contos fantásticos...
Quando sua religião não é reconhecida como tal, necessidades específicas dela são rejeitadas, Isso sem falar nos incômodos diários, nos comentários maldosos, em ter que explicar e racionalizar sua crença para que outros a respeitem — se é que respeitarão.

O reconhecimento de religiões como tal, pelo próximo e pelo estado (mais pelo primeiro do que pelo último, em termos práticos), como culto real, que deve ser respeitado e tratado como tal, é apenas um dos muitos desafios de pagãos em geral. É preciso ter muita coragem enfrentar o mundo hoje em dia e defender a sua crença aina mais se ela for um pouco "diferente" do que a população esta acostumada a ver no dia-dia.






TRÊS SIMPATIAS FORTES PARA VIDA FINANCEIRA

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